td-cloud-library foi accionado demasiado cedo. Isto é normalmente um indicador de que algum código no plugin ou tema está a ser executado demasiado cedo. As traduções devem ser carregadas na acção init ou mais tarde. Por favor veja Depuração no WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/diadianews/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131O conteúdo Reforma Tributária Traz Alerta Para Mercado De Locação De Imóveis E Pode Impactar Especialmente O Short Stay aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>A regulamentação da reforma tributária tem acendido um sinal de alerta para proprietários e investidores do mercado imobiliário, especialmente para quem obtém renda com locação de imóveis. A principal preocupação está na incidência dos novos tributos criados pela reforma, o IBS e a CBS, cuja alíquota conjunta pode chegar a cerca de 28%, alterando de forma relevante a lógica de tributação do setor a partir de 2026.
Até então, a locação de imóveis, de forma geral, não era tratada como prestação de serviço nem como circulação de mercadoria. Por isso, não havia incidência de tributos como ICMS, e a tributação costumava ficar concentrada basicamente no Imposto de Renda. Com a reforma, no entanto, as atividades remuneradas passam a entrar em uma nova dinâmica fiscal, o que pode afetar diretamente quem vive de renda de aluguel.
De acordo com Rafael Lacerda, advogado da Lacerda e Paulucci Advogados, a mudança exige atenção, mas não deve ser encarada com pânico. “A locação de imóveis sempre teve um tratamento tributário distinto, justamente porque não se enquadra como serviço ou produto. Com a reforma, esse cenário muda parcialmente, e será fundamental avaliar caso a caso para entender o real impacto e as possibilidades de reorganização tributária”, explica.
A nova regra prevê uma faixa de exceção para pequenos locadores. Quem possui até três imóveis alugados e receita anual de até R$ 240 mil poderá ficar fora dessa incidência específica, o que tende a preservar os contribuintes de menor porte. Já os investidores com operação mais robusta ou com atuação profissionalizada devem sentir efeitos mais relevantes.
O segmento que mais preocupa especialistas é o de short stay, modelo de locação por curta temporada amplamente utilizado em plataformas digitais. Nesses casos, a atividade pode se aproximar mais de uma lógica de hotelaria, com menor aproveitamento de descontos de IBS e CBS e maior impacto tributário na prática.
“É justamente no short stay que mora uma das maiores preocupações do mercado, porque a operação pode receber um tratamento mais próximo ao de hospedagem, o que aumenta a complexidade tributária e pode reduzir a margem do investidor”, afirma Rafael Lacerda.
Diante desse novo cenário, especialistas defendem que o melhor caminho é a antecipação. Estrutura patrimonial, modelo de operação, enquadramento fiscal e estratégia de exploração dos imóveis passam a ser pontos centrais para quem busca preservar rentabilidade e segurança jurídica.
“É possível mitigar impactos com planejamento tributário e com a consultoria adequada. Este é o momento de entender a operação, projetar cenários e buscar orientação especializada”, completa o advogado.
A recomendação, segundo o escritório, é que proprietários, investidores e operadores do mercado imobiliário procurem apoio técnico para analisar sua realidade antes da plena entrada em vigor das novas regras.
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]]>O conteúdo Mulheres Na Liderança Da Tecnologia. Empresa De Gestão De Fornecedores Atua No Desenvolvimento De Soluções Para Governança, Compliance E Gestão Da Cadeia De Suprimentos. aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>No Brasil, as mulheres já representam 34,2% da força de trabalho no setor de TIC e 34,1% dos cargos de diretoria e gerência, segundo o Censo de Diversidade da Brasscom divulgado em 2025; entre 2019 e 2024, houve avanço de 1,6 ponto percentual na presença feminina na liderança do setor. No recorte internacional, o relatório Women in Business 2025, da Grant Thornton, mostra que as mulheres ocupam 34% dos cargos de senior management no mid-market global, enquanto na América Latina esse índice chega a 36%, acima da média mundial. Ainda assim, a desigualdade permanece mais visível nas funções técnicas de topo: em empresas de tecnologia de médio porte, apenas 20,2% dos cargos de CTO são ocupados por mulheres, o que reforça que a ampliação da presença feminina em posições estratégicas e tecnológicas segue sendo um desafio estrutural para o mercado.
Nesse cenário, a Nashai, empresa de tecnologia voltada à gestão de fornecedores, tem consolidado sua atuação sob liderança feminina. A empresa é liderada por Fernanda Delboni, CEO da Nashai, e conta com Ana Carolina Shimegui e outras mulheres em posições estratégicas da operação. A companhia desenvolve soluções para apoiar grandes empresas na gestão da cadeia de fornecedores, com foco em processos como cadastro, homologação, monitoramento documental, gestão de contratos e análise de riscos.
Com mais de 20 anos de atuação em projetos relacionados à gestão de fornecedores, sustentabilidade, compliance e governança corporativa, Fernanda Delboni construiu sua trajetória profissional em um segmento que vem se tornando cada vez mais relevante para empresas de diferentes setores.
Segundo a executiva, a gestão de fornecedores passou a ocupar um papel central na estratégia corporativa, especialmente em setores com alta exigência regulatória.
“Hoje, uma empresa é tão forte quanto a sua cadeia de fornecedores. Gestão de fornecedores deixou de ser apenas um tema operacional e passou a ser um tema estratégico de governança”, afirma Fernanda Delboni.
A Nashai atua em segmentos como financeiro, infraestrutura, energia, saneamento e oil & gas, apoiando empresas na estruturação de processos voltados à gestão de terceiros e conformidade documental. A proposta da empresa é contribuir para que organizações tenham mais controle, rastreabilidade e segurança sobre suas cadeias de suprimentos.
Para a CEO, o impacto desse tipo de gestão vai além da operação interna das companhias e alcança todo o ecossistema produtivo.
“Quando uma empresa organiza e governa sua cadeia de fornecedores, o impacto final não é apenas corporativo. Estamos falando de geração de empregos formais e dignos, distribuição de renda, desenvolvimento profissional das pessoas e mitigação de impactos socioambientais. A gestão responsável das cadeias produtivas é também uma forma concreta de promover desenvolvimento social”, diz.
Além da atuação no mercado de tecnologia para gestão de fornecedores, a liderança da Nashai também chama atenção pela presença feminina em posições de decisão, em um setor ainda marcado pela desigualdade de gênero. Para Fernanda, ampliar a participação de mulheres em espaços de liderança passa por confiança e posicionamento estratégico.
“As mulheres precisam, antes de tudo, acreditar na sua capacidade de impactar a sociedade. Muitas vezes somos ensinadas a duvidar de nós mesmas ou a esperar o momento perfeito para agir. Mas o impacto que podemos gerar é enorme”, afirma.
Ela também destaca a importância de uma postura mais estratégica na construção da trajetória profissional.
Com foco em tecnologia aplicada à governança das cadeias de fornecimento, a Nashai segue sua atuação no desenvolvimento de soluções para empresas que buscam maior controle sobre riscos, conformidade e gestão de terceiros. Ao mesmo tempo, o protagonismo feminino na liderança da companhia reforça uma agenda cada vez mais presente no setor de tecnologia: a ampliação da participação de mulheres em funções estratégicas e de decisão.
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]]>O conteúdo Crescimento Do Setor De Alimentos Impulsiona Demanda Por Rótulos De Alta Performance No Brasil aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>O setor de alimentos mantém posição de destaque na economia brasileira e tem exercido impacto direto sobre a indústria de embalagens e rótulos. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), o setor superou a marca de R$ 1 trilhão em faturamento anual, consolidando-se como um dos principais segmentos industriais do país. Esse crescimento, aliado à diversificação de portfólio e ao aumento de produtos processados e embalados, amplia a demanda por soluções de rotulagem cada vez mais técnicas e eficientes.
A expansão do consumo em supermercados, atacarejos e canais de conveniência pressiona fabricantes a investir em embalagens que garantam desempenho, segurança e conformidade regulatória. A rotulagem de alimentos no Brasil é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece critérios rigorosos sobre informações nutricionais, lista de ingredientes, alergênicos e advertências obrigatórias. Mudanças recentes na rotulagem nutricional reforçaram a necessidade de maior legibilidade, contraste e padronização gráfica.
Além da conformidade legal, a performance técnica dos rótulos tornou-se fator crítico. Produtos refrigerados, congelados ou sujeitos à umidade exigem adesivos específicos para evitar descolamento ou perda de legibilidade. Alimentos com contato indireto com gordura ou vapor demandam materiais resistentes e estáveis ao longo do ciclo logístico. Em linhas de produção de alta velocidade, falhas na aplicação podem gerar paradas operacionais e desperdício.
O crescimento do segmento também impulsiona a necessidade de rastreabilidade. A identificação correta de lote, validade e código de barras é essencial para controle de estoque, distribuição e eventuais processos de recall. A integração entre rotulagem e sistemas de gestão fortalece a segurança alimentar e a eficiência da cadeia.
Com maior concorrência nas gôndolas, o rótulo passa ainda a desempenhar função estratégica de diferenciação. Design funcional, clareza informacional e acabamento adequado influenciam a percepção de qualidade e confiança do consumidor.
Segundo a GrowLabel, o avanço da indústria alimentícia tem elevado o padrão técnico exigido na rotulagem. A empresa destaca que rótulos de alta performance combinam conformidade regulatória, resistência operacional e qualidade visual, fatores essenciais para atender à dinâmica do setor. A GrowLabel reforça que planejamento técnico adequado e especificação correta de materiais são determinantes para garantir segurança, eficiência e competitividade no mercado de alimentos.
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]]>O conteúdo Automação Transforma A Indústria De Rótulos E Redefine Produtividade, Qualidade E Prazos aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>A automação industrial tem alterado de forma estrutural a produção de rótulos e etiquetas adesivas no Brasil e no mundo. Em um cenário marcado por maior exigência de qualidade, redução de prazos e aumento da variedade de aplicações, fabricantes do setor passaram a investir em processos automatizados para garantir eficiência, padronização e previsibilidade operacional.
Na indústria de rótulos, a automação está presente em diferentes etapas da cadeia produtiva. Sistemas automatizados de impressão, corte, rebobinamento e inspeção permitem maior controle de qualidade e reduzem a incidência de erros humanos, como desalinhamentos, variações de cor e falhas de acabamento. Tecnologias de inspeção por câmera, por exemplo, identificam defeitos em tempo real, evitando que materiais fora de especificação avancem para etapas seguintes da produção.
Outro impacto relevante ocorre no planejamento e na gestão da produção. Softwares integrados permitem programar ordens de fabricação, otimizar o uso de insumos e ajustar rapidamente linhas produtivas conforme o volume e o tipo de demanda. Esse nível de controle se torna essencial em períodos de alta sazonalidade, como lançamentos promocionais e fim de ano, quando o aumento de pedidos exige maior velocidade sem perda de qualidade.
A automação também favorece a personalização em escala. Com a crescente demanda por rótulos customizados, dados variáveis e tiragens menores, processos automatizados viabilizam mudanças rápidas de layout e especificação, mantendo a eficiência produtiva. Isso amplia a capacidade da indústria de atender setores como alimentos, bebidas, cosméticos e logística, que exigem flexibilidade aliada a rigor técnico.
Do ponto de vista operacional, a automação contribui ainda para maior segurança, rastreabilidade e controle de custos. Processos mais previsíveis reduzem retrabalho, desperdício de material e paradas não planejadas, fatores que impactam diretamente a competitividade das empresas em um mercado cada vez mais pressionado por prazos e margens.
Segundo a GrowLabel, a automação deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito estratégico na indústria de rótulos. A empresa destaca que a combinação entre tecnologia, padronização e conhecimento técnico permite elevar a qualidade dos rótulos, reduzir riscos operacionais e atender com mais eficiência às demandas da indústria. A GrowLabel reforça que investir em automação é fundamental para sustentar crescimento, previsibilidade e competitividade no setor de etiquetas adesivas.
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]]>O conteúdo Alta Sazonal De Fim De Ano Pressiona A Indústria De Embalagens E Etiquetas aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>O último trimestre do ano representa, historicamente, um dos períodos de maior pressão sobre a indústria de embalagens e etiquetas no Brasil. Datas como Natal e Ano Novo concentram campanhas promocionais, lançamentos de edições especiais e aumento significativo do consumo, o que se reflete diretamente na demanda por embalagens, rótulos e soluções de identificação de produtos.
Dados da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) indicam que o setor de embalagens costuma registrar crescimento relevante no segundo semestre, impulsionado principalmente por alimentos, bebidas, cosméticos e produtos de higiene, segmentos fortemente impactados pela sazonalidade de fim de ano. Informações do IBGE, por meio da Pesquisa Mensal do Comércio, mostram que o varejo brasileiro tende a ampliar o volume de vendas no último trimestre, o que pressiona toda a cadeia produtiva a operar com maior intensidade e menor margem para atrasos.
Na prática, esse cenário exige planejamento produtivo rigoroso. O aumento do volume de pedidos costuma vir acompanhado de prazos mais curtos, tiragens especiais e maior complexidade operacional, especialmente quando envolvem rótulos personalizados, edições comemorativas ou informações variáveis. Falhas na especificação técnica ou atrasos na entrega de etiquetas podem gerar gargalos em linhas de envase, rotulagem e expedição, impactando diretamente o cumprimento de contratos e o abastecimento do varejo.
Outro ponto crítico é a gestão de estoques. A indústria precisa equilibrar a produção para atender ao pico de demanda sem gerar excessos que resultem em perdas após o período sazonal. No caso das etiquetas, fatores como armazenagem adequada, controle de lotes e compatibilidade com as linhas de aplicação ganham ainda mais relevância em períodos de alta rotatividade.
Especialistas do setor também destacam que a antecipação de pedidos é uma das principais estratégias para mitigar riscos no fim de ano. Empresas que definem com antecedência volumes, materiais, acabamentos e prazos conseguem reduzir retrabalhos, evitar paradas de linha e manter maior previsibilidade operacional. A integração entre áreas de marketing, engenharia de embalagem, compras e produção torna-se decisiva para atravessar o período com eficiência.
Segundo a GrowLabel, fabricante nacional de rótulos e etiquetas adesivas, a alta sazonal de fim de ano reforça a importância do planejamento técnico e produtivo ao longo do ano. A empresa destaca que a antecipação de demandas, a definição clara de especificações e o alinhamento de prazos são fatores essenciais para garantir desempenho operacional e cumprimento de cronogramas. Além disso, a GrowLabel observa que, em períodos de pico, soluções sob medida e gestão eficiente da produção ajudam a indústria a responder ao aumento de volume sem comprometer qualidade, prazos e segurança na cadeia de abastecimento.
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]]>O conteúdo Nova Era Da Governança Em Infraestrutura: Dados E Automação Transformam O Relacionamento Com Fornecedores aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>A transformação digital redefine a forma como empresas de infraestrutura gerenciam suas cadeias de fornecimento. Projetos de grande porte, como obras de energia, transporte e saneamento, dependem de milhares de fornecedores com diferentes perfis de risco, requisitos regulatórios e níveis de desempenho. Nesse contexto, a governança digital apoiada por dados e automação emergiu como novo padrão competitivo, capaz de reduzir riscos operacionais, aumentar eficiência e fortalecer a resiliência da cadeia.
A automação de processos relacionados à gestão de fornecedores traz benefícios quantificáveis. Estudos indicam que a automação do onboarding de fornecedores pode reduzir o tempo de ativação de novos parceiros em até 70%, agilizando aprovações e integrando dados de forma mais precisa. Isso melhora significativamente a capacidade de resposta das equipes a demandas emergenciais em grandes obras e contratos.
Além do ganho de velocidade, pesquisas mostram que a automação pode reduzir os custos de gestão de fornecedores entre 25% e 45%, dependendo do nível de maturidade digital da empresa e da infraestrutura utilizada. Esses números foram observados em estudos com grandes empresas industriais que adotaram automação em ciclos de compras, auditoria e compliance.
A automação também fortalece a governança de risco, permitindo monitoramento contínuo do desempenho, conformidade e integridade de fornecedores. Ferramentas que automatizam inspeções, auditorias e alertas em tempo real ajudam as organizações a identificar mudanças no perfil de risco de fornecedores e a reagir rapidamente, protegendo a continuidade operacional e a reputação corporativa
A centralização de dados em plataformas digitalizadas oferece visibilidade completa da cadeia, reduzindo erros manuais, desperdícios e lacunas de informação. Isso é particularmente relevante em setores regulados ou de alto risco, onde a conformidade documental e a rastreabilidade são exigências legais e comerciais.
Segundo a Nashai, especializada em governança digital de fornecedores, a combinação de dados e automação é essencial para sustentar a competitividade em projetos de infraestrutura. A empresa ressalta que plataformas que integram homologação, análise de risco e monitoramento contínuo elevam a capacidade das empresas de detectar e mitigar riscos, reduzir custos operacionais e ampliar a governança em toda a cadeia de suprimentos. A Nashai reforça que essa nova era demanda tecnologia robusta e processos estruturados para garantir eficiência, compliance e performance em ambientes de alta complexidade competitiva.
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]]>O conteúdo A Embalagem Como Canal De Marketing: O Rótulo Que Comunica Antes Da Propaganda aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>Em uma prateleira cada vez mais competitiva, o rótulo de um produto deixa de ser mero identificador e assume o papel de primeiro canal de comunicação entre a marca e o consumidor. Investigadores apontam que a embalagem muitas vezes funciona como “o vendedor silencioso da prateleira”, exercendo influência direta sobre decisões de compra em ambientes de varejo.
Pesquisas recentes indicam que elementos visuais, como cor, tipografia, padrão gráfico e disposição do logotipo, afetam não só a atenção do consumidor, mas também a credibilidade percebida da marca. Um estudo apontou que tais elementos explicam até 93,5% da variância nas intenções de compra em produtos alimentícios, reforçando o papel crítico do design de embalagem.
Diante desse cenário, fabricantes e marcas enfrentam o desafio de conciliar apelo visual forte com legibilidade e clareza de informação, especialmente em rótulos técnicos ou regulados. Algumas boas práticas emergem como essenciais:
Para a GrowLabel, o rótulo deixa de ser “apenas” uma peça de produção e torna-se um instrumento estratégico de marketing e comunicação. A empresa destaca que investir em design técnico aliado à usabilidade, ou seja, a leitura fácil e compreensível do rótulo resulta em maior reconhecimento de marca, melhor performance no ponto de venda e menor taxa de devoluções por problemas de informação.
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]]>O conteúdo Novo Perfil De Sdr Redefine O Padrão De Qualificação Em Vendas B2B aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>O mercado de vendas B2B passa por uma transformação profunda. Startups e empresas de tecnologia que antes apostavam em volume e automação agora voltam o olhar para a qualificação real de leads e a humanização do contato comercial. Nesse cenário, o Sales Development Representative (SDR), figura central na geração de oportunidades, assume papel cada vez mais estratégico, e as empresas passam a exigir um perfil mais completo, técnico e relacional.
Segundo levantamento do portal Glassdoor, a procura por SDRs cresceu mais de 30% nos últimos dois anos, impulsionada pela expansão do modelo SaaS e pelo aumento de ciclos de venda complexos. Porém, a alta demanda vem acompanhada de um desafio: encontrar profissionais ou prestadores de serviço realmente qualificados para representar a marca no primeiro contato com o cliente.
Hoje, ser SDR exige muito mais do que seguir um roteiro de abordagem. É necessário compreender o negócio do cliente, dominar ferramentas de CRM, entender o momento certo da venda (timing) e saber construir confiança com o lead. Isso faz com que o papel se aproxime do de um consultor, alguém capaz de mapear dores, validar autoridade e conduzir o lead de forma natural pelo funil.
Empresas mais maduras têm buscado times de prospecção que dominem métodos como o PUNCH, uma estrutura que orienta o diagnóstico da oportunidade por cinco pilares principais: problema, urgência, necessidade, campeão (autoridade) e horizonte (timing e projeto). Essa técnica ajuda o SDR a qualificar melhor os leads, entender o nível de prontidão e entregar ao vendedor um pipeline mais limpo e previsível.
De acordo com especialistas de mercado, o avanço de modelos de outsourcing e sales-as-a-service, no qual empresas contratam prestadores de serviço especializados em SDR, mostra que a eficiência na geração de pipeline depende de profissionais que unem técnica, inteligência emocional e domínio de mercado.
Segundo Ingrid Rafaeli, CEO da Valure, a transformação do perfil do SDR é um reflexo direto da profissionalização do setor de vendas B2B. “O SDR moderno precisa ser analítico e vendedor ao mesmo tempo. Ele é a linha de frente da marca, e a confiança que estabelece com o lead define toda a jornada comercial. Na Valure, trabalhamos para formar profissionais completos, capazes de unir método, empatia e performance”, afirma Rafaeli. A Valure reforça que a nova geração de SDRs e prestadores de serviço qualificados será decisiva para elevar o padrão de maturidade comercial nas empresas de tecnologia e serviços B2B.
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]]>O conteúdo Sdrs E Bdrs Ganham Protagonismo Na Estruturação De Times De Vendas Em Startups E Empresas B2B aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>Com a consolidação de modelos de vendas complexas no ambiente B2B, funções de prospecção como Sales Development Representatives (SDRs) e Business Development Representatives (BDRs) ganharam destaque nas contratações de startups e scale-ups. Essas posições são fundamentais para sustentar a geração de pipeline e permitir que os times comerciais mantenham cadência de contatos e oportunidades qualificadas.
Na prática, os SDRs atuam na qualificação de leads inbound, filtrando contatos que chegam por marketing digital e conduzindo conversas iniciais até que estejam prontos para avançar no funil de vendas. Já os BDRs concentram esforços no outbound, com foco em identificar e abordar novos potenciais clientes por meio de estratégias como cold calls, e-mails segmentados e social selling. Ambos os papéis exigem domínio de ferramentas de automação, comunicação clara, capacidade analítica e inteligência emocional.
Dados do mercado reforçam a valorização desses cargos. Levantamentos de consultorias especializadas apontam que um BDR no Brasil pode ter remuneração entre R$ 2.000 e R$ 6.000, dependendo de senioridade e segmento, comumente acompanhada de variáveis atreladas à performance. Além disso, são posições reconhecidas como porta de entrada para a carreira comercial, muitas vezes servindo de ponte para funções como Account Executive.
Nesse cenário, os Account Executives (AEs) mantêm papel estratégico: são responsáveis pela condução das negociações, fechamento dos contratos e gestão de contas-chave. O crescimento na contratação de SDRs e BDRs não substitui os AEs, mas fortalece sua atuação, já que chegam às negociações com leads mais preparados e informações mais consistentes.
Segundo Ingrid Rafaeli, CEO da Valure, a evolução do mercado de vendas deixa claro que a pré-venda bem estruturada se tornou indispensável.
“Os SDRs e BDRs criam as condições ideais para que os AEs possam atuar com maior eficiência, em negociações mais maduras e estratégicas. Na Valure, temos observado que empresas que investem nessa combinação conseguem acelerar resultados e construir times comerciais mais sólidos e preparados para o futuro”, afirma Rafaeli.
A Valure reforça que capacitar esses profissionais é essencial para sustentar o crescimento de startups e empresas B2B.
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]]>O conteúdo Reforma Tributária: Principais Pontos E Desafios Que Empresas Precisam Antecipar aparece primeiro em Dia Dia News.
]]>Apesar do avanço legislativo, o processo de transição exigirá muito mais do que adaptações técnicas. O novo desenho tributário impactará profundamente o fluxo de caixa das empresas, a estrutura de preços, a gestão de contratos, as margens operacionais e até a competitividade setorial. Entender esses efeitos desde já e estruturar um plano de ação consistente será decisivo para que as organizações não apenas se adequem, mas extraiam valor estratégico da mudança.
O coração da reforma é a substituição de cinco tributos (ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI) por dois novos impostos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre estados e municípios, e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal. Além disso, foi criado o Imposto Seletivo (IS), que incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.
A estrutura dos novos tributos traz conceitos-chave que exigem atenção: a incidência passará a ser no destino (e não na origem), respeitando onde ocorre o consumo; a não cumulatividade será plena, o que aumenta a importância dos controles de créditos e ressarcimentos; e haverá transparência na formação de preços, com tributação “por fora”. As três faixas de alíquotas (padrão, reduzida e zero) também criarão novas dinâmicas na precificação e na classificação de bens e serviços.
Estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que a substituição pelo modelo de IVA dual pode, no longo prazo, gerar um crescimento adicional de até 2,4% no PIB brasileiro, impulsionado pela redução dos custos de conformidade tributária e pelo aumento da eficiência econômica. No entanto, o mesmo estudo alerta que, no curto prazo, empresas que não se prepararem adequadamente poderão enfrentar perdas financeiras, litígios tributários e dificuldades operacionais.
Outro ponto sensível é o impacto nos contratos vigentes e futuros. Muitos acordos comerciais, de fornecimento e parcerias foram estruturados com base no sistema tributário atual. A coexistência dos dois modelos (antigo e novo) entre 2026 e 2032 exigirá cláusulas de transição claras, revisões periódicas e uma gestão ativa de riscos jurídicos e financeiros.
A reforma também deve afetar operações de M&A (fusões e aquisições), valuation de empresas, e estratégias de expansão nacional, especialmente em setores tradicionalmente dependentes de incentivos fiscais estaduais, como indústria, agronegócio e logística.
Portanto, o desafio é duplo: adaptar-se às novas exigências e identificar oportunidades estratégicas antes que elas se tornem obrigatórias. Isso exige um esforço conjunto entre áreas fiscais, contábeis, jurídicas, comerciais e de compliance, além de uma liderança empresarial disposta a tratar a reforma como prioridade e não apenas como tema operacional.
O escritório Lacerda e Paulucci, com sua ampla experiência em direito tributário e empresarial, está atento a todos os desdobramentos da Reforma Tributária. A equipe do Lacerda e Paulucci vem assessorando empresas de diversos setores na análise dos impactos, na reestruturação de processos e contratos, e na implementação de modelos de gestão tributária aderentes às novas regras. O Lacerda e Paulucci acredita que a preparação antecipada será o diferencial entre organizações que enfrentarão a reforma com resiliência e aquelas que correrão riscos desnecessários.
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